Post nº. 58: Faceta de criança
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Os Simpsons, um filme bem atual, em que o trailer brinca com a idéia de que, numa época em que as telas estão cheias de belas animações em 3-D, "um filme ousa ser feio" por ser em 2-D.
Um filme em 2-D é, nada mais, nada menos, que um filme em desenho animado; que vem tendo sua produção em relativa decadência. Atualmente, o negócio são as animações feitas com toda a agilidade da tecnologia. Shrek, Monstros S.A., Procurando Nemo, Os Incríveis e Ratatouille são exemplo dos filmes 3-D mais modernos.
Bem, eu simplesmente amo assistir a filmes, qualquer que sejam eles, e filmes infantis estão inclusos nisso. Tipow, gosto dos filmes computadorizados, mas sou mais fã dos filmes 2-D mesmo. Clássicos como O Rei Leão, Alladin, Hércules, A Bela e a Fera, O corcunda de Notre Dame, entre outros.
Acredito que todos nós, mesmo quando adultos, ainda possuímos uma faceta de criança. Posso dar 3 exemplos disso: Primeiro: meus pais, às vezes, vêem filmes infantis. Na verdade, meu pai acha Pinóquio um filme brilhante. Segundo: tenho uma colega de turma, que apesar de não ser velha (deve ter uns 20 e poucos anos), adora fazer vozinha de criança, brincar com os outros, etc. Terceiro: se você tiver irmão(s) "pirralho(s)", tenho certeza que você, às vezes, assiste a desenhos animados junto com ele, quando ELE está vendo TV. HEHEHEHE
Na verdade, é importante manter essa "faceta" por toda sua vida; pois, justamente, é a infância, uma das fases da vida mais maravilhosas que alguém pode ter (infelizmente, existem exceções a essa "regra"!). A infância é privilegiada com as brincadeiras, os sonhos, a diversão, as amizades não-criteriosas, as irresponsabilidades não-punidas, os aprendizados "não-obrigatórios"... É nessa fase que o mundo parece algo imenso, mas possível de ser abraçado. Pior que só se percebe isso depois que já passou. Entretanto, já vale a pena ter passado por essa fase e dela ter levado boas lembranças .
E você, mágico leitor, ainda tem a faceta de criança? Mostre-me essa faceta com uma situação que "sua criança interior" adora fazer. HEHEHEHE. E o que você achou da sua infância?
Post nº. 57: Teia da vida
É impressionante como todos nós de alguma forma estamos interligados; como se existisse uma teia conectando cada um de nós a um outro ser humano. De alguma forma sempre afetaremos ou teremos influência na vida de outra pessoa, mesmo que nem conheçamos a tal pessoa.
EX: Você está resfriado, entra num táxi em que estão o motorista e um passageiro, sendo estes estranhos para você. Durante o percurso, alguns espirros ocorrem, que podem ser suficientes para transmitir o vírus e fazer com que as 2 pessoas acordem indispostas (resfriadas) no dia seguinte.
EX2: Você cria uma bela história, para que as pessoas reflitam e talz, passando essa mensagem por e-mail a vários amigos. Esse e-mail talvez circule o mundo e de alguma forma influencie na vida de alguém... sei lá... de Portugal. Ou de alguém que saiba português estando em outro país qualquer! HEHEHEHE
A questão é: o que quer que você faça, pode estar afetando (positiva ou negativamente) alguém. Contudo, o mais interessante é quando essa “troca” é compartilhada pelas 2 partes e, principalmente, com pessoas conhecidas e queridas por você.
EX3: Você tem um amigo. Sempre que vocês conversam ou marcam para sair e se divertir, você ganha um pouco mais para sua vida! Um pouco mais de experiência, de conhecimento, de alegria, de boas lembranças, etc... Da mesma forma o seu amigo.
Por isso, afirmo que, conhecer e fazer novas amizades é um dos maiores engrandecimentos da vida. Da mesma forma que manter velhas amizades, independentemente da distância, também é importante para manter essa “teia da vida”.
Agora, gostaria da sua opinião, mágico leitor, sobre o meu momento de devaneio. AHUAHUAHU xD
O quanto a amizade é importante para você? E você acredita na teia da vida?
Post nº. 56: E os pais relaxam...
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Não sei se isso acontece com todos os pais, mas, para mim, isso é quase que geralzão.
Filhos mais velhos sempre são os que passam pelos momentos de maior "dificuldade" perante os pais. Sofrem extrema pressão por parte deles, são os que "abrem as portas" aos irmãos mais novos para muitas coisas legais do mundo. E, obviamente, dos filhos são os que carregam grande responsabilidade.
Para mostrar como isso é algo presente não apenas na minha família, mas provavelmente na sua também, mágico leitor, listo abaixo alguns exemplos:
* Com relação à responsabilidade: o mais velho, mesmo quando ainda criança, sempre tem que estar de olho no irmão mais novo. Se o moleque fica correndo pela casa, cai e machuca a cabeça... "Mas, Karina, eu não disse que você tinha que tomar conta do teu irmão?!". Então, nós (filhos primogênitos), desde cedo assumimos responsabilidades e compromisso para com nossos pais.
* Com relação a maior dificuldade imposta pelos pais: a filha mais velha aparece com um namoradinho, os pais fazem tempestade num copo d'água, dificultam o máximo... "Ah! Você só pode sair com o fulaninho se você levar teus irmãos.", "Namorar só aqui na frente de casa", "Esse menino tem que vir aqui em casa para se apresentar!". E claro que quando for a segunda filha não vai ser esse drama todo. Provavelmente, o máximo exigido seja conhecer o carinha.
OBS: esse exemplo, obviamente, vale mais para o sexo feminino.
Outro exemplo dessa dificuldade e que se encaixa nos dois sexos: O filho mais velho quer sair com os amigos para uma festinha. "Olha, quero você em casa no máximo 23:30". Ai, quando depois de uma certa freqüência de festas, o rapaz já está voltando 3 ou 4 horas da madruga. Quando for a faixa etária das farras com o filho mais novo, não haverá mais toda a rigorosidade no horário de volta.
* Com relação a "abrir portas": essa última já está inclusa nos exemplos anteriores. Como o mais velho já passou por tal "caminho" e muitas vezes enfrentou os pais para isso, quando chega a vez do mais novo para passar por esse mesmo "caminho", a "luta" dele não é tão difícil de ser ganha e talz...
Isso é algo que venho observando há muito tempo aqui em casa, mas necessariamente não quer dizer que ocorra com todas as famílias. Por isso, gostaria de saber sua opinião sobre o assunto e se acontece algo parecido em seu lar, Mágico Leitor.
Post nº. 55: Conversas a 1000/hora
Um tempo atrás, estava sendo programado, por alguns blogueiros de Boa Vista, um possível encontro entre os mesmo apenas como uma forma de diversão, relaxamento e discussões de alto nível. Essa programação, o Encontro de Blogueiros, ocorreu ontem (15/09), por volta das 17 horas, na praça Airton Senna.
Eu passei na casa da Jérula, colega da minha turma já mencionada em posts anteriores (posts nºs 30 e 33) e que, já há pouco tempo, também tem um blog: Jeito Especial de Ser.
Pensei que o horário combinado tivesse sido às 16 horas, e como sou pontual, foi nesse horário que cheguei com a Jérula. Mas, na verdade, a hora marcada foi 16:30, e o pessoal só chegou quase às cinco da tarde. DETALHE: o pessoal era apenas o Denison (Diário Feudal) e o Francisco (Senso Puro), mas mesmo assim foi um final de tarde bem legal.
Eu sempre me impressionei de como as conversas se desenrolam: por exemplo, você começa falando sobre... sei lá... como são suas aulas, e no fim a conversa gira em torno de religião. No encontro de blogueiros, infelizmente com 4 blogueiros apenas, essa situação não foi diferente. Falamos primeiro sobre nossos cursos na UFRR, um pouco da greve que está prevista para acontecer, um explicação sobre PBL (mencionado no último post!), patriotismo, filmes, livros, poemas, e por ai vai...
Contudo, acredito que falei demais e por isso peço desculpas tanto para o Denison, quanto para o Chico (Será que posso chamá-lo assim?!). Para a Jérula não tem necessidade, porque, da mesma forma, ela achou que falou muito também. Na verdade, nós duas achamos que falamos demais. A minha justificativa é que sou tagarela mesmo; esse é um de meus defeitos. Para piorar, quando me empolgo acabo falando muito rápido também, então a pessoa deve pensar que sou quase uma metralhadora falante.
Finalizando o post: Por que, mágico leitor, você decidiu se interagir com o mundo virtual através de um blog? Essa foi uma pergunta respondida pelos quatro blogueiros na tarde de ontem, e fiquei curiosa para saber o seu motivo. =D
Post nº. 54: "Um elefante incomoda muita gente".
OBS: O método de ensino do curso de medicina da UFRR é o PBL (Problem Based Learning), ou seja, Aprendizado Baseado em Problemas. A idéia principal desse método é que o aluno é "seu próprio professor". Não existe a necessidade de um professor em frente a um quadro te dando todas as informações bem mastigadinhas, é o aluno que corre atrás de seu conhecimento; o famoso “O aluno que se vire!”.
Ontem (13/09), na biblioteca da UFRR, um colega da minha turma:
colega: Pow, não agüento mais! Eu me sairia melhor se fosse no método tradidional. (Deve ser a vigésima vez que ele fala isso!).
Eu: Hum... É?!
colega: É! Na minha outra faculdade...
Eu: Fulano, em federal nenhuma do país vai haver professores que vão entrar em sala e te dar a matéria toda bonitinha. O curso de direito, por exemplo, o método deles é tradicional e sempre os vejo com muitos livros, estudando muito. Não é porque nosso método é PBL que estudamos muito. Numa federal todo mundo tem que correr atrás.
colega: Ah, mas na minha outra faculdade não era assim.
Eu: Tua outra faculdade era particular. Você pagava para que professor estivesse em sala de aula te explicando tudo direitinho.
colega: Mas é bem melhor assim!
Eu: Então volta para uma particular, oras!
colega: É?! E quem vai pagar?
Eu: Ah! Sei lá! Tens que saber o que tu queres. Já disse que em federal o aluno tem que correr atrás e pronto.
colega: Tá, calma! Só estava comentando que acharia melhor o método tradicional.
Pois é, agora explicar o motivo para ter sido, um tanto, estúpida com o colega Fulano. Como mencionei anteriormente, era pelo menos a vigésima vez que ele reclamava do método do curso de medicina. Se tem uma coisa que me incomoda muuuiiittooo é gente que só sabe reclamar.
Pessoas que só reclamam da vida e não fazem nada para tentar melhorá-la. Ou gente que adora reclamar dos outros, mas não enxerga o “próprio umbigo”. E nesse caso em particular, um rapaz que reclama direto de um curso tão concorrido, que várias pessoas gostariam de estar cursando e DETALHE: numa federal. Simplesmente não entra na minha cabeça que pessoas fiquem reclamando, sendo que na verdade deveriam estar agradecidas pelo que elas têm.
Outras duas coisas, que me incomodam muito na maioria das pessoas, são o negativismo e a capacidade de colocar dificuldade em tudo. Na verdade, com pessoas negativas eu até já consigo conviver sem querer dar lição de moral e tudo mais. Já com o outro tipo de pessoas, as que dificultam tudo, eu me estresso muito facilmente. Pense assim: a pessoa coloca um empecilho e você resolve o problema, ai ela tenta dificultar mais um pouco e você dá uma nova solução, então a pessoa joga outro problema e você... O que faria?
Algo parecido já aconteceu comigo diversas vezes e, normalmente, eu me estresso, falo algum palavrão (“Porra, você só quer dificultar!”) e saio de perto.
Essas são as principais características que me incomodam nas outras pessoas (Isso é geralzão, ok?! Se você, mágico leitor, tiver uma delas, sinto muito! Nada pessoal! HEHEHEHE =D). E que características mais lhe incomodam nas demais pessoas?
PS: A imagem de fundo (template) do Vida Mágica está abrindo normalmente para você???
Post nº. 53: O quanto você é PATRIOTA?
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Patriotismo é o sentimento de amor e devoção à pátria e aos seus símbolos (bandeira, hino, brasão). Ao mesmo tempo é ter orgulho de seu país e saber defender o que é seu desde nascença.
Um bom exemplo para o "defender", é o caso da internacionalização da Amazônia... Não! Na verdade, defendê-la não apenas de países imperialistas, mas também dos próprios brasileiros que não dão o devido valor a esse belo patrimônio natural. Deixar que pessoas destruam a Floresta Amazônica, é quase tão ruim quanto fazer isso com as próprias mãos.
Ser patriota é não ficar em cima do muro, é participar, exigir os direitos de cidadão; é cobrar das autoridades governantes a cuidar bem do País. É participar de forma ativa para tentar melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos: que sempre se tenha comida na mesa, que as crianças tenham a educação, que tenhamos a paz mesmo quando fora de nossas casas...
Como brasileiros, também temos que saber admirar e até "divulgar" o produto nacional. Não só o já famosíssimo carnaval, ou a caipirinha, ou o nosso futebol... Mas falar bem da nossa MPB e até dos excelentes filmes que já foram elaborados pelo cinema nacional. Mostrar como durante nossa história fomos bravos lutadores e até que tivemos/temos mentes brilhantes, tanto quanto os EUA e demais países desenvolvidos.
Não se pode ser patriota só quando a Seleção Brasileira está nos representando na Copa do Mundo, e, obviamente, ser patriota também não é se fechar para as demais culturas engrandecedoras que existem pelo mundo afora. Deve-se aceitar um pouco de tudo, sem deixar de valorizar o principal, que é o próprio País. De repente se cada um de nós, brasileiros, fôssemos (mais) patriotas, o nosso Brasil não estaria tão lascado e dependente dos "outros".
Mágico leitor, basicamente, gostaria da sua resposta para a pergunta, que foi utilizada como título desse post. E é claro, seu ponto de vista sobre o que é ser patriota. =D
Post nº 52: Cadê meu novo amor?
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Ver amigas com os namorados, casaisinhos apaixonados, todo um carinho entre duas pessoas, anda sendo um tanto difícil para mim. Para piorar hoje tive uma conferência sobre sistema límbico, que é basicamente a parte do encéfalo que controla nossas emoções, e obviamente o sentimento mais mencionado na aula era o amor.
É até frustrante querer tanto achar alguém para mim e não conseguir fazer isso. Já faz praticamente 2 anos que não tenho um namorado, alguém de quem gostar e, é claro, que o sentimento seja recíproco. No início do ano, pensei que talvez tivesse encontrado o rapaz (no post nº 14) que se tornaria meu novo amor, mas faltou justamente ele gostar de mim. Tirando esse rapaz nenhum outro, dos quais tive algum rolo, mostraram-se "capazes" de um sentimento romântico de minha parte, por assim dizer. Bem, essa questão, em particular, é meio complexa. Mas a verdade é que queria encontrar logo a pessoa que será meu próximo namorado.
Ano passado foi um ano bem diferente, para mim, no quesito amoroso. Eu havia decidido que não iria namorar, justamente por que queria me concentrar nos estudos para o vestibular, então só tive os rolos quando podia e admito que não ter um relacionamento sério é extremamente interessante.
Entretanto, agora que já passei por essa fase engrandecedora HEHEHEHE
quero voltar a ter um alguém só meu,
que eu possa oferecer todo o meu carinho,
que eu me distraia com sua presença todos os dias que forem possíveis,
um alguém para eu ficar com saudades,
para que eu deseje vê-lo, inclusive, nos meus sonhos
e, além de várias outras coisas românticas, que eu possa ver em seus olhos o mesmo sentimento sendo oferecido a mim.
Mágico leitor, estou aberta a conselhos amorosos sem problema nenhum. HeHeHeHeHe =D
Ah! Você já passou por isso? Essa sensação de querer um "alguém para você"?
Post nº 51: Maracujá, limão e... cachorro?!
Num belo dia de domingo, cerca de 5 anos atrás, a família reunida num desses momentos de empolgação que sempre rola conosco: fazendo churrasco, o som lá nas alturas, meus pais tomando uma cervejinha e por ai vai.
Na época, morávamos no Cambará e a casa ao lado da nossa vivia abandonada. Sempre se mudavam vizinhos novos, mas estes não ficavam mais de três meses na casa.
Nesse domingo em especial, não havia ninguém ocupando a casa ao lado. Meu pai subiu no muro para pegar uns maracujás no pé desse fruto que tínhamos em nossa casa. Para quê ele precisava subir no muro? É por que o pé de maracujá cresceu sobre o telhado da varanda, conectando-o ao telhado da casa propriamente dita. Bem, a questão é que os frutos davam basicamente num lugar alto. Depois que ele pegou alguns maracujás, por estar no muro, reparou que na casa do “vizinho-ninguém”, o pé de limão estava repleto de adivinha o quê?! Limões, obviamente! HEHEHEHE
Eis que surjo nesse momento. Meu pai me convenceu a pular para a casa ao lado, porque eu era mais magra que ele, então seria mais fácil eu voltar de lá do que ele. Obviamente ele ia me ajudar na volta.
Então, pulo para o outro lado e sigo em direção ao limoeiro. Quando estou quase chegando no meu objetivo, que era em frente a um depósito, meu pai faz uma observação interessante:
Pai: - Noossaa, tem uma vasilha com água na frente desse depósito. Por que será?!
E numa fração de segundos, reparo na vasilha, escuto um latido e me disparo rumo ao muro, gritando “Pai, tem um cachorro aqui!”.
Assim que sai correndo para o muro, meu pai que estava sobre o muro me assistindo, deu-me sua mão, a qual agarrei com firmeza. Mas não tinha como subir rápido o suficiente para escapar da Fila que vinha logo ao meu encalço.
Meu pai, numa demonstração de equilíbrio que poderia contrariar as leis da física, conseguiu me segurar com uma das mãos e com a outra pegou, de um por um, os maracujás que estavam em fila indiana ao lado dele. E toma-lhe maracujá na cabeça da cadela. Toma-lhe maracujá! Mais um, e mais outro! Até que a Fila se afastou o suficiente para meu pai me puxar ao retorno da minha segura casa, que possui os três e únicos cachorros em que confio.
Depois a gente foi olhar a cadela, já estava velhinha a coitada, mas ainda tinha dentes, que quase pegaram meu calcanhar por sinal. Pelo menos a pessoa que me colocou na situação aterrorizante, foi capaz de me salvar também.
E é claro, como toda história que não virou uma tragédia por pouco, essa, hoje em dia, é lembrada ao som de risos e gargalhadas. Inclusive, eu mesma, ao escrever esse relato, não me agüentei e dei umas boas risadas aqui do outro lado do PC. HEHEHEHEHE
E você, mágico leitor, já teve experiência com um cão tão intensa quanto essa??? xD
Nome: Karina Kendra
Idade: 19 anos
Niver: 07/11
Moro: Boa Vista - RR
Profissão: estudante de Medicina na UFRR
Reclamações/Sugestões:
Retirada de: Diário Feudal.
"O interessante que ninguém é nerd, mas também no nosso ócio podemos relaxar falando sobre temas relevantes, pois hoje, como estudantes, somos o futuro do país. Porém quando nos formarmos seremos o problema do país".
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